terça-feira, 22 de março de 2011

LENDAS DO FUTEBOL AO CUBO

São nas grandes conquistas que surgem os grandes heróis.

Foi assim com todo os nomes da humanidade e o mesmo acontece para o mundo de Hattrick. Inominavel seria uma conquista maior que a Jarra Abelão para o Cubo Mágico Futebol Clube, portanto
apresentamos nossos heróis, as nossas Lendas do Futebol!



Natanael Mexicano (ID 84408668)

Esse cara é popular. Dono e modelo da camisa numero 7, a mais vendida nas lojas do Cubo. Porém o nome que aparece na camisa é Natanael, o encanador. Estranho? Não. Apesar de se chamar Natanael Mexicano ele é brasileiro. Ele ganhou este apelido pois "mexi em cano", portanto Mexicano. Dai vem o nome de guerra: O Encanador!

Salvou o Cubo Mágico em várias partidas do campeonato brasileiro, como nos empates salvadores 313522353 e 313522345 garantindo a permanência do Cubo na divisão. Este jogador caiu direto no gosto do público, é um ícone e quase um mascote do time.

Então se um dia precisares de um encanador para desentupir as alas ou a goleira adversária este é o seu homem: Natanael, o Encanador!













  Gary Borgault, o Gari (ID 72510656) 
Foi necessário apenas um gol, talvez o mais importante, o primeiro do Cubo na Jarra, contra o A. A. Escobar, para a torcida cantar uníssona "Garí, Garí, Garí". Ganhou este apelido por jogar tanto na zaga quanto como atacante (como pode ser visto nas partidas 316583595 e 317070471), isto é, igual um Gari, "limpa tudo na área e encesta em gol". Ainda a similaridade com o nome Gary deu o toque perfeito para este jogador cair nas graças da torcida.


Foi ainda mais folclorizado quando seus gols passaram a fazer toda a diferença. Além do primeiro do Cubo ele fez também os gols da vitória contra o Major na primeira fase e contra o Taquaraço, na emblemática partida que mudou o rumo da Copa (317215758).

Todo diretor de futebol deseja um jogador como este, por isto através nova inicicativa do setor de marketing do Cubo Mágico você poderá ter o seu próprio Garí.  

Seus problemas acabaram!



Basta recortar colar e ter o seu próprio goleador decisivo. Seu time nunca mais será o mesmo com o Garí exclusivo.

Diretoria do Cubo Mágico FC pensando nos seus colegas presidentes.  

quarta-feira, 16 de março de 2011

CUBO MÁGICO É CAMPEÃO!

Sr. Biscoito dá o maior nó tático da história da Copa de Amistosos, vence o jogo de virada e se sagra Campeão da Jarra Abelão. Também de virada, Rolinho conquista o terceiro lugar.

O gol marcado por Vladimir Cáceres aos 8' da primeira etapa, abrindo o placar a favor dos Bloodsuckers, causou poucas surpresas. Nas arquibancadas, os torcedores cúbicos apenas suspiraram, como quem receia que a noite será longa e o placar inevitavelmente será enorme. Minutos antes, no momento do pontapé-inicial, os torcedores e analistas arregalaram os olhos. O Cubo entrava escalado em um simples 3-5-2 e o Major arriscava um 4-4-2. Era a primeira surpresa de uma noite que entraria para a história.

Entre os 19' e os 22', a história da grande final começou a mudar. Primeiro uma boa jogada pela direita para Gino Camboias deixar tudo igual. Em seguida, Griessinger enfiou com perfeição para Mattesini virar a partida. O Cubo estava perfeitamente encaixado e, com dois atacantes recuando para o meio, simplesmente não permitia que a bola chegasse ao ataque do Payne. Ao final da primeira etapa, o "placar da posse" era 50% do Cubo e 50% do Major, deixando claro todo o equilíbrio da partida.

No Highbury, os torcedores do Arsenal comemoravam uma improvável vitória sobre o Rolinho, 2x1 ao final do primeiro tempo com grande atuação de Tarciso Dias Neves, o garoto prodígio, o novo Pato, hoje cotado para a seleção.

No segundo tempo o treinador do Bloodsuckers tentou reverter a grande asneira cometida na escalação. Sacou Vilhena e tentou reforçar o meio-campo com Dammann. A substituição se mostrou infrutífera e mudou pouco o rumo da partida. A única oportunidade de todo o segundo tempo foi desperdiçada por Alexandersson, aos 34 minutos, parando nas mãos do milagroso goleiro Lovenkrands. Naquele exato momento, todos perceberam que o Cubo poderia sim conquistar o título e que os visitante não eram o monstro que havia sido pintado. Natanael "o Encanador" Mexicano, entrou para dar sangue novo ao Cubo. Enquanto isso, o Rolinho virava a partida com gols de Querubins e Vilmo Certeiro, garantindo o bi-terceiro-lugar para a equipe dos Eucaliptos.

E então a grande dúvida passou a ser a existência (ou não) de alguma substituição kamikase por parte do Major. E a resposta era dada a cada minuto que passava. Não. O tempo de partida ia escoando pelo ralo e um desesperado Major, enquanto (dest)roía as unhas de seus dedos, aliás, o pouco que restou delas, clamava por um gol salvador que empatasse a partida. E os minutos passavam. "Cadê a mudança, Major? Cadê o Ramirez? Bota o artilheiro, Major". Um torcedor de amarelo-e-laranja levantava uma faixa nas arquibancadas: "Eu já sabia".

Explosão no Poliedro. Cubo Mágico campeão. Davi derrota Golias. O Sr. WO supera o Sr. Autoridade. Os biscoitos metem sal nas sanguessugas, rasgam a camisa vermelha e pisam em cima. Nem dez mil adjetivos poderiam descrever a alegria dos torcedores que orgulhosamente vestiam seus chapéus em forma de bola cúbica. É Campeão!

"Jamais imaginei do Sr. Biscoito o óbvio. Encarar o Payne no 3-5-2 seria o mesmo que aceitar uma derrota pelo mínimo possível. Tinha a certeza que teríamos o domínio do meio e procurei fortalecer os flancos a fim de neutralizar algum esquema suicida", justificou o Major, visivelmente abatido com a derrota. "Se trata de uma grande equipe. Estão de parabéns", completou. Mas o comentário geral estava na boca do povo: "Este militar é muito burro mesmo". E as gargalhadas, buzinas e fogos preenchiam o silêncio de uma noite histórica.

O artilheiro da competição foi Isidoro Ramirez. Benitez chegou muito perto. Stephan ficou na controvérsia. Andie Jensen, o cavaleiro místico, é digno de nota.

E eis a tabela final do Campeonato.

E o Ranking atualizado.

Agradecimento a todos os participantes. A Jarra Abelão teve 37 partidas agendadas e 3 WOs atribuídos.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Falta pouco para a grande final

E o grande momento da temporada finalmente chegou. Cubo Mágico e Bloodsuckers decidem, nesta quarta, quem será o grande vencedor da VI Copa de Amistosos. As expectativas são as maiores possíveis. Acredito que é bom lembrar aos mais esquecido (ou então àqueles que ainda não acompanhavam os jogos) que, na Copa Bolívar, disputada entre outubro e novembro de 2010, o Cubo obteve o direito de brigar pelo terceiro lugar da competição após desbancar Major e Saffier na primeira fase. O adversário? O poderoso Rolinho, então promovido à quarta divisão. Absolutamente todos pensavam em goleada, surra, estupro, humilhação, etc. As desastradas enquetes do Prof. Norris perguntavam algo sobre o tamanho das goleadas que seriam aplicadas. Mais de 5? Mais de 10? Mais de 15?

Pois o que se viu em campo foi algo completamente diferente. O Sr. Biscoito empregou um genuíno esquema 5-2-3, sem ninguém na meia-cancha, enrolou o Rolinho e por muito pouco não conseguiu um milagre. No Poliedro, Cubo 0-1 Rolinho, e nos Eucaliptos, Rolinho 3-2 Cubo.

Aproveito o momento para divulgar a lista de artilheiros e informar uma grave perda. Isidoro Ramirez, após a grande vitória nas semifinais, está com sérios problemas com sua forma física e poderá desfalcar o Payne. Benitez e Claeys, do Rolinho, ainda estão na briga, assim como Alexandersson, do Major.


Most Valuable Player

Por fim, outro momento muito aguardado e cobrado. A divulgação do MVP da primeira fase. Muitos estiveram na briga. O jovem e promissor Tarciso Dias Neves, do Tubarão, um verdadeiro matador que é cogitado para seleção. O experiente Isidoro Ramirez e seus muitos gols. Farina e sua incrível 1,5 estrela no meio-campo do Partenon. Dmidon e sua recuperação espetacular que quase desclassificou o Cubo ainda na primeira fase. Prof. Norris e o pavor antecipado que provoca nos oponentes. O técnico Diego e a defesa imaculada. Sr. Biscoito e a boa fortuna.

Não.

O verdadeiro merecedor do colar de MVP da primeira fase da Jarra Abelão é o centroavante que para no ar. É o terror da defesa do Partenon. É aquele que foi desafiado pelos Mercenários. É aquele que bebe. Adônis de Meo, o ídolo supremo do Ceifador, autor de três gols, é o jogador mais valioso.